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Mark Wahlberg fala sobre O Vencedor 2 16/03/2011

Posted by blogdolevitrindade in Atualidades, Cinema.
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Ontem foi lançado o DVD do filme The Fighter (O Vencedor), lá nos EUA, e Mark Wahlberg, que atualmente trabalha no longa Contraband, em New Orleans, foi entrevistado com o intuito de fazer uma avaliação sobre tudo o que passou durante a penosa produção do filme que acabou levando 2 Oscar importantes na última cerimônia de premiação.

Porém, mais do que refletir sobre o passado, Wahlberg revelou que gostaria de que fosse feito pelo menos mais um filme sobre a vida do lutador de peso-leve.

“Estou tentando botar na cabeça de todo mundo que a gente devia fazer não cinco ou seis Fighters como Rocky, mas pelo menos mais um por causa do grande lance que tornou Micky Ward famoso, que foram as três lutas épicas com Arturo Gatti”, afirmou o ator.

Perguntado se uma sequência reuniria o mesmo elenco, Mark Wahlberg disse que não imagina que os demais atores não queiram voltar pra fazer mais um longa sobre Ward.

Mas como Wahlberg finalizou, “está tudo nos estágios iniciais”. Só resta aguardar.

Inimigos Públicos: vida e morte de John Dillinger 24/07/2009

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Pôster do filmeEstreia nesta sexta-feira o filmão Inimigos Públicos, dirigido pelo cineasta Michael Mann, famoso por ser o criador da série televisiva Miami Vice – a qual levou para os cinemas em um filme estrelado por Jamie Foxx e Colin Farrell – e pela direção de filmes como Colateral, O Informante, Fogo Contra Fogo e O Último dos Moicanos.

Contando com um excelente elenco, encabeçado por Johnny Depp e Christian Bale, vivendo o assaltante John Dillinger e o agente federal Melvin Purvis, respectivamente, Mann não tinha como ver seu longa-metragem dar errado. Baseado na história do verdadeiro Dillinger, considerado o inimigo público no. 1 nos Estados Unidos pós-Grande Depressão, o filme retrata a trajetória criminosa de John Dillinger, bem como seu ocaso.

E, por outro lado, apresenta a criação e consolidação do FBI. E aí vale um comentário: é engraçado ver J. Edgar Hoover (interpretado com muita segurança por Billy Crudup), conhecido por ser o mais respeitado e temido homem que já viveu nos EUA, tendo que, à época, rebolar como doido pra conseguir que aprovassem suas requisições por mais agentes e de reformulação do Bureau de Investigação.

Mas voltemos para Dillinger…

A abertura do longa já é sensacional, mostrando quando o criminoso estava sendo levado para a cadeia após um curto período em liberdade condicional, no que se revela um plano pra libertar ex-companheiros de prisão que serão a base para sua gangue.

Melvin Purvis, intepretado por Christian BalePor outro lado, o agente da lei Melvin Purvis, logo após ter caçado e matado o gângster Pretty Boy Floyd, é designado pra prender Dillinger e colocar um fim à sua carreira.

O filme narra a alucinada perseguição a John Dillinger, bem como suas fugas espetaculares, seu senso de moral própria de não roubar os clientes dos bancos, sua paixão pelo cinema e seus amores. E o lado sombrio do FBI não é deixado de lado, escancarando as torturas que realizaram pra conseguir pegar Dillinger.

A montagem, a fotografia e a trilha sonora estão muito boas, e casam perfeitamente com a direção segura de Mann. É interessante também como em Inimigos Públicos é retratado praticamente o mesmo tema de outro filme dirigido por ele: Fogo Contra Fogo. Nele, Mann contava com Robert De Niro fazendo as vezes de ladrão e Al Pacino como o policial encarregado de prendê-lo.

Como em Fogo Contra Fogo,  há uma cena-chave entre os dois protagonistas, mas em Inimigos Públicos ela é muito mais memorável e funciona melhor, sem parecer forçada, fora os outros momentos antológicos dentro de seus 140 minutos de duração.

Tiroteio em plena ruaSó pra citar uma outra semelhança com outro filme famoso, agora um que foi dirigido pelo cultuado Sam Peckinpah, a cena do tiroteio no meio da rua durante um assalto a banco lembra um pouco o comecinho de Meu Ódio Será Sua Herança (Wild Bunch), quando o “bando selvagem” do título se dá mal em um roubo e a situação degringola de uma forma nunca vista. Claro que no longa de Peckinpah as coisas ficam muito piores do que em Inimigos Públicos, mas acaba fazendo o espectador puxar a cena na lembrança.

Enfim, se já tiver feito a vontade dos demais amigos e parentes e assistido ao novo Harry Potter, dê um presente pra você mesmo e vá ver Inimigos Públicos. Garanto que você não se arrependerá!

Resenha: O Exterminador do Futuro – A Salvação 01/06/2009

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John Connor boa pra detonar!Esqueça toda aquela história de alguém tentar evitar um futuro ameaçador. O novo longa-metragem da célebre franquia iniciada com O Exterminador do Futuro chega mostrando um mundo em que os piores pesadelos da humanidade já se realizaram.

Como previsto nos filmes anteriores, as máquinas se rebelaram e estão tentando eliminar todos os seres humanos. John Connor (interpretado por Christian Bale) ainda não é o líder da resistência, mas sua atuação nesse período de extremo perigo será o definidor de seu destino.

Batman… digo, Connor, descobre uma nova arma dos robôs assassinos e, a partir daí, tenta fazer de tudo para destruir as máquinas. Lutando contra aqueles que não botam muita fé em suas informações privilegiadas sobre o futuro (passadas por sua mãe, Sarah) e tentando garantir sua própria existência, John Connor acaba encontrando diante de si um outro tipo de desafio: confiar em alguém que pode ser o seu pior inimigo.

Connor à espreitaCom muitas reviravoltas e cenas de ação muito bacanas, O Exterminador do Futuro: A Salvação é um ótimo filme pra quem curte a franquia. E até quem não é fã vai acabar curtindo. Não é o melhor filme do ano, mas vale o ingresso. E não dê bola para as críticas que tacharam o filme de ruim. Elas foram um pouco exageradas.

E por falar em exagero, o que deixa o espectador um tanto atordoado é o som das explosões e dos efeitos das máquinas. Parece que os tímpanos vão explodir a qualquer momento.

Garantir o futuro e se salvar ao mesmo tempo não é nada fácil... até para o BatmanMudando de assunto, o diretor McG e os roteiristas John Brancato e Michael Ferris conseguiram amarrar bastante coisa da mitologia criada pelo primeiro filme e ainda foram capazes de criar algo novo, gerando interesse por novas sequências. Se conseguirão manter o interesse do público, aí já é outra história.

Ah, sim, o “governator” Arnold Schwarzenegger aparece no filme, fazendo com que a maioria dos fãs vibre bastante durante a cena. Mérito do diretor McG, que lutou muito para convencer o velho Arnold a deixarem usar seu rosto na cena. Sinceramente, não teria a menor graça se não fosse o Schwarza. E se você está temeroso que a inserção digital do rosto do governador da Califórnia tenha ficado tosca, pode ficar despreocupado. Toda a sequência ficou muito bem feita.

O Exterminador do Futuro: A Salvação tem 2h40 de duração e estreia em 5 de junho nos cinemas.