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Revirando o baú: Chingón arrepiando com Malagueña Salerosa 23/05/2011

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Sabe quando você descobre uma apresentação bacana de uma banda na internet e depois não consegue mais deixar de ouvir a música?

Acrescente a isso o fato de que encontrou uma música que é de um filme que você curte muito. Daí, vira algo impossível de largar.

Bom, sem me alongar mais, nesse final de semana eu encontrei no Youtube um vídeo de uma apresentação da banda Chingón executando a música Malagueña Salerosa , durante a premiére de Kill Bill 2.

Pra quem não sabe, a Chingón conta com o diretor Robert Rodriguez como guitarrista. A música em questão já devia ter aparecido em A Balada do Pistoleiro, de 1995. Mas foi na sequência, Era Uma Vez no México, de 2003, que os fãs do cineasta puderam ouvir uma parte da canção,dedilhada no violão por Antonio Banderas.

No entanto, a totalidade da música só pôde ser apreciada em Kill Bill 2, do cineasta Quentin Tarantino. 

Nem preciso dizer que fiquei totalmente admirado com o talento musical de Robert Rodriguez. Mas a banda que o acompanha é mais do que fenomenal, com especial destaque para o vocalista Alex Ruiz.

Detalhe: quando o grupo não se apresenta com Rodriguez, recebem o nome de Del Castillo. O estilo da Chingón é uma mistura de ranchera, mariachi e rock.

Agora, acompanhe a apresentação ao vivo da banda. Sabe a parte chata? Ela fazia parte do DVD gringo de Kill Bill. Me pergunto por que a distribuidora nacional não o incluiu na versão que lançaram por aqui. Depois se perguntam por que o pessoal prefere importar ou baixar?

Sem mais, o vídeo!

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Trinta anos sem John Lennon 08/12/2010

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Ontem, estava fazendo uma tradução e deixei uns vídeos rolando no Youtube como se fossem uma “trilha sonora”. Bom, foi aí que, de repente, comecei a ouvir as primeiras notas e a voz de John Lennon na música Stand By Me.

Imediatamente, comecei a sentir uma tristeza muito grande invadir o meu coração. Fiquei bastante down, sentindo uma pontada no peito (não, não era um enfarte).

Foi daí que me dei conta de que eram duas da manhã de 8 de dezembro. Exatamente 30 anos desde a morte de Lennon em 1980 por um desequilibrado que não merece que seu nome seja lembrado.

Genial e genioso, rebelde e careta, Lennon foi um sujeito que se entregava de corpo e alma a tudo o que fazia, seja cantando ou atuando como ativista por direitos civis ou contra a guerra (seja ela qual fosse).

De temperamento difícil, cometeu erros como qualquer outro. Se enganou, voltou atrás, se arrependeu, errou de novo. Sofreu, amou, foi amado, odiou, foi odiado, cantou, sangrou.

Enfim, John Winston Lennon foi tão humano quanto eu e você, apesar de ter sido o ídolo de diversas gerações, seja como integrante dos Beatles ou por sua magnífica carreira solo. Porém, tudo o que fez na vida foi com intensidade. Ele era absolutamente contra a mesmice. E até sua morte foi algo tremendamente fora do comum.

Sua marca ficou para sempre. A humanidade teve a honra de conhecer um dos melhores seres humanos que já passou pelo planeta. Tomara que não venham a esquecê-lo…

Pra relembrar, seguem alguns vídeos…

Grant Morrison detona em clip de My Chemical Romance 03/11/2010

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Pra quem curte música e quadrinhos, no mês passado, após o final da temporada do reality show Jersey Shore, exibido pela MTV estadunidense, uma grata surpresa surpreendeu os espectadores: o novo clip da banda My Chemical Romance, encabeçada por Gerard Way, que adora HQs e até criou uma, a elogiadíssima Umbrella Academy, a qual foi desenhada pelo brasileiro Gabriel Bá.

O aclamado escritor Morrison, responsável por obras como Asilo Arkham, Os Invisíveis, Patrulha do Destino, Crise Final, entre outras, aparece no clip como um vilão que deseja destruir o grupo musical, com uma aparência que lembra bastante o personagem principal da série Os Invisíveis, o descolado King Mob (mas de uma forma maligna)…

Agora, chega de papo e vamos assistir ao clip. É só clicar no play! Então, vamos lá, na na na na na na na na na na…

Três vezes Julieta… 09/09/2010

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Hoje aconteceu algo engraçado entre o trajeto do trampo pra casa e o tempo que levei pra jantar e começar a trabalhar no PC.

No ônibus, sintonizei uma rádio qualquer e estava passando um sonzinho muito legal, muito bacana mesmo. Esperei pacientemente pra saber quem era a cantora e o nome da música…

A cantora era a mexicana Julieta Venegas, e a música era a ótima Me Voy. Sinceramente, fazia tempo que eu tinha ouvido uma outra canção dela, chamada Limón y Sal. Ambas são ótimas e são do mesmo disco de 2006.

Cheguei em casa ainda pensando na música. Daí, liguei o PC. Por um acaso qualquer, apertei algum link nos Favoritos e surgiu o site da cantora Juliet Richardson, mais conhecida como Juliet. E de cara começou a tocar a música Avalon, uma mistura de música eletrônica e trance… bem bacana, por sinal.

Então, veio a coincidência final.

Eu precisei pesquisar um termo na internet pra me ajudar numa tradução que estava fazendo. Entre um dos links sugeridos pelo Google, estava o do videoclip da música Juliet, do ex-Bee Gees Robin Gibb, sucesso solo dele no ano de 1983. Quase não consegui acreditar nessas coincidências todas.

Enfim, fui surpreendido por três “Julietas” num curto espaço de tempo.

Sendo assim, seguem abaixo os vídeos das músicas que escutei, além de Limón y Sal, que também é muito legal. Vale a pena curtir cada um deles.

Ah, antes que eu me esqueça: os dois vídeos da Julieta Venegas não poderão ser assistidos aqui neste post, porque a gravadora não permite a incorporação.

De qualquer forma, deixei os vídeos abaixo. Se não conseguir visualizá-los, clique no comando “Assistir no Youtube”.

Julieta Venegas – Me Voy

Julieta Venegas – Limón y Sal

Juliet – Avalon

Robin Gibb – Juliet

Memória musical: Procol Harum 08/09/2010

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Em 1967, uma banda britânica – com um estilo musical que era uma mistura de rock progressivo, psicodélico e rock artístico – despontou nas paradas de sucesso com um hit que a marcou para sempre: a banda se chamava Procol Harum.

Inicialmente formada por Gary Brooker (teclado, vocal), Barrie “B.J.” Wilson (bateria), Matthew Fisher (órgão), Robin Trower (guitarra), David Knights (baixo) e Keith Reid (letras), a banda, na verdade, surgiu da união de alguns músicos com ex-integrantes do The Paramounts, um grupo que não chegou a ficar tão marcado na memória dos fãs de rock.

Como a nova banda não tinha ainda um nome, por sugestão de seu empresário, Guy Stevens, foi batizada de Procol Harum, que, de acordo com relatos, vinha a ser o nome do gato de um amigo de Stevens e que, em latim, quer dizer “além dessas coisas”. No entanto, estudiosos da língua afirmam que a grafia está incorreta e que o certo deveria ser “procul his”. Bom, que seja, eu prefiro do jeito que ficou e a banda também pensava a mesma coisa.

Como já disse lá no início, Procol Harum despontou em 12 de maio de 1967. O hit responsável por colocá-los nas paradas foi A Whiter Shade of Pale, uma canção com um estilo melancólico, meio barroco, interpretada com maestria por Brooker, com a batida perfeita do batera Wilson e a sonoridade fantasmagórica do órgão de Fisher.

Os próximos sucessos foram Homburg e A Salty Dog, mas não chegaram a superar a canção de estreia, causando uma certa frustração nos fãs. Em seguida vieram Conquistador, Grand Hotel e Pandora’s Box, as quais ficaram bem posicionadas nas paradas, mas que sucumbiram à sombra de A Whiter Shade of Pale.

O canto do cisne veio em 1977, com o lançamento de Something Magic, que ficou em 147º lugar na Billboard.

A banda voltou a se reunir em 1991, com alguns antigos e novos integrantes, mas com Gary Brooker ainda a liderando, e continua se apresentando até hoje.

Em 2009, um juiz decidiu que Matthew Fisher tem direito a 40% dos royalties pela autoria de A Whiter Shade of Pale, os quais antes eram divididos igualmente entre Gary Brooker e Keith Reid. Em sua decisão, o juiz alegou que “a contribuição do organista é substancial, mas não é maior do que a do vocalista principal”.

Pra fechar, algumas curiosidades:

– o asteroide 14024 Procol Harum recebeu seu nome em homenagem à banda;

– existe uma orquídea com o nome do grupo;

– o segundo livro da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, O Restaurante no Fim do Universo, de Douglas Adams, foi inspirado na canção Grand Hotel.

Agora, vamos curtir alguns vídeos, ok?

A Whiter Shade of Pale

Homburg

A Salty Dog

Conquistador

Grand Hotel

Pandora´s Box

Ouça o ator Christopher Lee cantando heavy metal 16/01/2010

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Divulgada essa semana, uma notícia provocou alvoroço entre cinéfilos e fãs de heavy metal, pois era algo bastante incomum: o ator Christopher Lee (87 anos) lançará um álbum de rock pesado.

O álbum conceitual intitulado Charlemagne: By the Sword and the Cross foi composto por Marco Sabiu, conhecido por seus trabalhos junto a estrelas do porte de Pavarotti, Kylie Minogue, Morricone e Take That, e, de forma épica, apresenta sinfonias ao melhor arranjo heavy metal em um estilo que se assemelha à trilha de um filme.

Uma orquestra completa, um grupo de metaleiros, um coral e vocalistas especialmente convidados trazem o lendário rei Carlos Magno de volta à vida.

Sir Christopher Lee, consagrado como astro em centenas de filmes, marcou o cinema com sua voz tonitruante e sua figura marcante. Recentemente, participou de duas franquias que são muito caras aos fãs de cinema, fantasia e ficção científica: Star Wars e O Senhor dos Anéis, fazendo um vilão em ambas. Em 2004, foi convidado pela banda de metal sinfônico Rhapsody of Fire pra ser o narrador em algumas das músicas do álbum Symphony of Enchanted Lands II – The Dark Secret. A galera do grupo gostou tanto que pediu que ele cantasse uma canção com a banda. E parece que Lee se divertiu muito, motivando-o a entrar na atual empreitada.

Por meio dos ancestrais de sua mãe (que era italiana), os Carandini, ele é ligado à linhagem do imperador Carlos Magno, o primeiro imperador do Sacro Império Romano entre os séc. 8 e 9. Então, nada faz mais sentido do que ele narrar os feitos de seu parente distante.

Você ficou, no mínimo, curioso pra ver que bicho deu música de heavy metal conceitual cantada pelo Christopher Lee, não? Dá uma conferida logo abaixo e depois diz o que achou…

Kiss no Wal-Mart 13/01/2010

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Para promover o lançamento do novo álbum, Sonic Boom, o pessoal da banda Kiss, junto do Wal-Mart, fez um vídeo muito engraçado, que está logo abaixo.

Entre as cenas de Eric Singer usando desodorante às escondidas, Tommy Thayer ensinando como decorar um bolo e Paul Stanley maquiando uma moça, uma das melhores sequências é a do Gene Simmons jogando fora o CD do Aerosmith.

Agradeço ao amigo Daniel Beloto por me apresentar ao vídeo! Valeu aí, moleque!

Memória musical: Aphrodite’s Child – adendo 18/08/2009

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Quando escrevi o post anterior sobre o Aphrodite’s Child, esqueci de inserir uma menção sobre o single em italiano que continha as canções Lontano Dagli Occhi e Quando L’Amore Diventa la Poesia, criadas para o festival de música de San Remo, em 1969.

Entretanto, o grupo não participou do evento. Confira os vídeos das duas músicas:

Lontano Dagli Occhi:

Quando L’Amore Diventa Poesia:

Memória musical: Demis Roussos e… Vangelis? 17/08/2009

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End of the World, o disco de estreiaÉ, galera, resolvi aproveitar o espaço pra resgatar as músicas e o  histórico de alguns cantores e grupos de muito tempo atrás que deixaram uma marca na memória e nos corações de muitas gerações de ouvintes ao redor do mundo.

O primeiro grupo que vai abrir essa seção, se podemos chamar assim, é Aphrodite’s Child, formado por Demis Roussos no vocal, Loukas Sideras na bateria e (tcham-tcham-tcham-tcham) Vangelis nos teclados.

Demis Rroussos hoje em diaO grego Demis Roussos, pseudônimo de Artemios Ventouris Roussos, passou uma infância um tanto difícil no Egito e na Grécia. Nascido em 1946, aos 17 anos formou o grupo The Idols, que teve curta duração. Ele tocava guitarra e baixo, além de fazer sucesso como vocalista nas vezes em que isso foi exigido.

Pouco depois, foi a vez de dar início à banda We Five ao lado do compositor Lakis Vlavianos, agora como vocalista principal. Em seguida, junto de mais dois outros músicos gregos, formou o grupo de rock progressivo Aphrodite’s Child.

Vangelis na premiére de um de seus discosDemis começou como vocalista, mas também atuou como guitarrista e baixista. Ele contava com Loukas Sideras na bateria e o tecladista e compositor principal Evángelos Odysséas Papathanassio – conhecido mundialmente pelo nome de Vangelis.

O Aphrodite’s surgiu em 1968 e, entre seus sucessos, destacam-se as músicas End of the World, Rain and Tears, It’s Five O’Clock, I Want to Live e Spring, Summer, Winter and Fall.

666 - O último discoPor falta de permissão para tocar na Inglaterra, o grupo mudou-se pra Paris, na época assolada pela Revolução de Maio. O Aphrodite’s Child fez um excelente sucesso com seu disco de estreia, End of the World, mas teve vida curta, pois, em 1972, com o lançamento do álbum 666, encerrou suas atividades prematuramente, por razões não muito bem esclarecidas. A mídia francesa deu como motivo a resistência dos cristãos da Europa a comparecerem aos shows depois do lançamento de 666, o que acabou por desencadear uma série de cancelamentos de apresentações.

Então, Demis Roussos engatou uma carreira solo de muito sucesso, assim como Vangelis se tornou um prestigiado e requisitado compositor de trilhas sonoras para o cinema. Entre as produções das quais participou destacam-se Carruagens de Fogo, Blade Runner – O Caçador de Androides e 1492 – A Conquista do Paraíso.

Abaixo, alguns clipes do Aphrodite’s Child. Eles até podem ser toscos, mas as músicas fazem com que sejam suportáveis.

O sucesso Rain and Tears:

It’s Five O’Clock:

End of the World:

Spring, Summer, Winter and Fall:

I Want to Live:

The Four Horseman, do disco que decretou o fim da banda:

Isto é Rock’n’Roll!!! 14/07/2009

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The Beatles - The Fab FourOntem, 13 de julho, foi comemorado o Dia Mundial do Rock, mas como as comemorações devem durar a semana inteira, decidi elaborar um post pra homenagear uma das bandas mais influentes na história da música roqueira: os sensacionais The Beatles!

Sim, muita gente pode torcer o nariz, dizendo que as músicas deles eram insossas, com letras bobinhas e mequetrefes, mas a genialidade desses quatro camaradas superava toda e qualquer crítica.

Até hoje, suas canções são executadas em todos os lugares e ainda conseguem despertar as emoções que os seus principais compositores, John Lennon e Paul McCartney, queriam transmitir.

Desde o primeiro sucesso que explodiu na parada britânica – em, 1962, com a canção Please Please Me -, o grupo não parou mais de ascender e chegou ao auge já no ano seguinte, com a Beatlemania varrendo a Inglaterra (deixando para trás toda a agrura por que passaram até o dia em que o futuro empresário Brian Epstein os viu tocando no Cavern Club). Em 1964, fizeram enorme sucesso também nos Estados Unidos. Daí, como dizem, o resto é história.

Seus 13 álbuns de estúdio estão entre os mais dissecados, ouvidos, estudados, criticados, amados e odiados na história do rock. As inovações nos arranjos musicais a cada novo disco fizeram deles a banda mais influente do mundo. E ainda hoje, muito do que eles criaram é tido como atual. Ou seja, os caras realmente mandavam bem.

Quatro personalidades distintas, o grupo encerrou sua carreira conjunta em 1970 (apesar da dissolução oficial só ter sido concretizada em 1975), entrando definitivamente para o Hall das Lendas do Rock.

Então, aumente o volume e curta alguns clipes que selecionei pra relembrar da banda.

O sucesso She Loves You:

Uma das apresentações dos Beatles no Ed Sullivan Show, nos EUA:

A canção I Saw Her Standing There:

A agitada Help!:

A clássica Hey Jude:

A melódica You’re Gonna Lose That Girl:

O fim (Get Back):