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Último trailer de Space Battleship Yamato 26/12/2010

Posted by blogdolevitrindade in Cinema.
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Para quem curtia um desenho animado japonês chamado Patrulha Estelar, exibido pela extinta Rede Manchete, nada poderia ser melhor do que saber que foi feito um filme baseado no desenho.

E a alegria fica maior quando a gente vê um trailer que mostra cenas que parecem remeter à animação, mas com a tecnologia e os recursos de hoje, além de atores bastante à vontade em seus papéis (pelo menos no que deu pra ver até agora).

Bom, a estreia do filme se deu em 1 de dezembro, lá no Japão, como relatou em seu endereço do Twitter o editor Tom Brevoort, da Marvel, que foi à premiére (sortudão). Ainda não há notícias de que alguma distribuidora criou coragem pra trazer a produção pra cá. Uma pena!

Curta o novo trailer e depois acesse ao site da produção.

Tem também a canção-tema, cantada por ninguém mais que Steven Tyler, do Aerosmith, conhecido da galerinha por ter feito uma outra música, junto de sua banda, para outra produção que se passava no espaço: Armageddon. Dá uma conferida aí:

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Bando de Dois: você TEM que ler 26/12/2010

Posted by blogdolevitrindade in Quadrinhos.
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Sabe, normalmente não fico empurrando HQs pras pessoas lerem, mas no caso de Bando de Dois, do autor Danilo Beyruth, eu faço questão.

Lançado este ano pela Zarabatana Books, o livro faz parte do ProAC – Programa de Ação Cultural de 2009, promovido pela Secretaria de Cultura do governo do estado de São Paulo.

Bando de Dois apresenta a história de dois cangaceiros, Tinhoso e Cavêra di Boi, que tiveram todo o seu bando eliminado pelas forças militares e, por motivos diferentes, ambos se unem para resgatar as cabeças decapitadas de seus amigos.

Daí pra frente, segue-se uma trama muito bem conduzida por Beyruth, que além de exímio narrador gráfico é um excelente roteirista e “diretor cinematográfico”. Sua câmera se movimenta de forma bastante criativa e segura, uma verdadeira aula pra quem quer se aventurar a produzir quadrinhos.

Vale ressaltar que as inspirações do autor pra este álbum são os filmes de Sergio Leone (1929-1989), o diretor italiano responsável pela criação da “trilogia do dólar”, aquela composta por Um Punhado de Dólares, Por uns Dólares a Mais e Três em Conflito (O Bom, O Mau e o Feio), que fizeram com Clint Eastwood se tornasse um dos maiores nomes do cinema.

Além disso, a trama rende uma homenagem (consciente ou não) a Sam Peckinpah (1925-1984), o diretor de cinema que recebeu a alcunha de “poeta da violência”, pelo menos no final, quando ocorre um tiroteio que não faz feio ao filme Meu Ódio Será Sua Herança.

E como se não bastasse sua narrativa e seu roteiro bem alinhados, ainda tem a arte de Danilo Beyruth, a qual deixa o leitor de queixo caído diversas vezes ao longo da edição.

Ah, já ia esquecendo. Beyruth criou um site pra HQ onde é possível ver um trailer de Bando de Dois, baixar a trilha do álbum e encontrar o link do blog do autor. A imagem do site simula uma animação bem bolada. Clique aqui.

Bando de Dois tem 96 páginas em preto e branco, mede 21 x 28 cm e custa R$ 36,00. É um ótimo presente pra quem adora quadrinhos, cinema ou livros de qualidade.

Trinta anos sem John Lennon 08/12/2010

Posted by blogdolevitrindade in Música.
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Ontem, estava fazendo uma tradução e deixei uns vídeos rolando no Youtube como se fossem uma “trilha sonora”. Bom, foi aí que, de repente, comecei a ouvir as primeiras notas e a voz de John Lennon na música Stand By Me.

Imediatamente, comecei a sentir uma tristeza muito grande invadir o meu coração. Fiquei bastante down, sentindo uma pontada no peito (não, não era um enfarte).

Foi daí que me dei conta de que eram duas da manhã de 8 de dezembro. Exatamente 30 anos desde a morte de Lennon em 1980 por um desequilibrado que não merece que seu nome seja lembrado.

Genial e genioso, rebelde e careta, Lennon foi um sujeito que se entregava de corpo e alma a tudo o que fazia, seja cantando ou atuando como ativista por direitos civis ou contra a guerra (seja ela qual fosse).

De temperamento difícil, cometeu erros como qualquer outro. Se enganou, voltou atrás, se arrependeu, errou de novo. Sofreu, amou, foi amado, odiou, foi odiado, cantou, sangrou.

Enfim, John Winston Lennon foi tão humano quanto eu e você, apesar de ter sido o ídolo de diversas gerações, seja como integrante dos Beatles ou por sua magnífica carreira solo. Porém, tudo o que fez na vida foi com intensidade. Ele era absolutamente contra a mesmice. E até sua morte foi algo tremendamente fora do comum.

Sua marca ficou para sempre. A humanidade teve a honra de conhecer um dos melhores seres humanos que já passou pelo planeta. Tomara que não venham a esquecê-lo…

Pra relembrar, seguem alguns vídeos…