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Três vezes Julieta… 09/09/2010

Posted by blogdolevitrindade in Música.
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Hoje aconteceu algo engraçado entre o trajeto do trampo pra casa e o tempo que levei pra jantar e começar a trabalhar no PC.

No ônibus, sintonizei uma rádio qualquer e estava passando um sonzinho muito legal, muito bacana mesmo. Esperei pacientemente pra saber quem era a cantora e o nome da música…

A cantora era a mexicana Julieta Venegas, e a música era a ótima Me Voy. Sinceramente, fazia tempo que eu tinha ouvido uma outra canção dela, chamada Limón y Sal. Ambas são ótimas e são do mesmo disco de 2006.

Cheguei em casa ainda pensando na música. Daí, liguei o PC. Por um acaso qualquer, apertei algum link nos Favoritos e surgiu o site da cantora Juliet Richardson, mais conhecida como Juliet. E de cara começou a tocar a música Avalon, uma mistura de música eletrônica e trance… bem bacana, por sinal.

Então, veio a coincidência final.

Eu precisei pesquisar um termo na internet pra me ajudar numa tradução que estava fazendo. Entre um dos links sugeridos pelo Google, estava o do videoclip da música Juliet, do ex-Bee Gees Robin Gibb, sucesso solo dele no ano de 1983. Quase não consegui acreditar nessas coincidências todas.

Enfim, fui surpreendido por três “Julietas” num curto espaço de tempo.

Sendo assim, seguem abaixo os vídeos das músicas que escutei, além de Limón y Sal, que também é muito legal. Vale a pena curtir cada um deles.

Ah, antes que eu me esqueça: os dois vídeos da Julieta Venegas não poderão ser assistidos aqui neste post, porque a gravadora não permite a incorporação.

De qualquer forma, deixei os vídeos abaixo. Se não conseguir visualizá-los, clique no comando “Assistir no Youtube”.

Julieta Venegas – Me Voy

Julieta Venegas – Limón y Sal

Juliet – Avalon

Robin Gibb – Juliet

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Memória musical: Procol Harum 08/09/2010

Posted by blogdolevitrindade in Música.
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Em 1967, uma banda britânica – com um estilo musical que era uma mistura de rock progressivo, psicodélico e rock artístico – despontou nas paradas de sucesso com um hit que a marcou para sempre: a banda se chamava Procol Harum.

Inicialmente formada por Gary Brooker (teclado, vocal), Barrie “B.J.” Wilson (bateria), Matthew Fisher (órgão), Robin Trower (guitarra), David Knights (baixo) e Keith Reid (letras), a banda, na verdade, surgiu da união de alguns músicos com ex-integrantes do The Paramounts, um grupo que não chegou a ficar tão marcado na memória dos fãs de rock.

Como a nova banda não tinha ainda um nome, por sugestão de seu empresário, Guy Stevens, foi batizada de Procol Harum, que, de acordo com relatos, vinha a ser o nome do gato de um amigo de Stevens e que, em latim, quer dizer “além dessas coisas”. No entanto, estudiosos da língua afirmam que a grafia está incorreta e que o certo deveria ser “procul his”. Bom, que seja, eu prefiro do jeito que ficou e a banda também pensava a mesma coisa.

Como já disse lá no início, Procol Harum despontou em 12 de maio de 1967. O hit responsável por colocá-los nas paradas foi A Whiter Shade of Pale, uma canção com um estilo melancólico, meio barroco, interpretada com maestria por Brooker, com a batida perfeita do batera Wilson e a sonoridade fantasmagórica do órgão de Fisher.

Os próximos sucessos foram Homburg e A Salty Dog, mas não chegaram a superar a canção de estreia, causando uma certa frustração nos fãs. Em seguida vieram Conquistador, Grand Hotel e Pandora’s Box, as quais ficaram bem posicionadas nas paradas, mas que sucumbiram à sombra de A Whiter Shade of Pale.

O canto do cisne veio em 1977, com o lançamento de Something Magic, que ficou em 147º lugar na Billboard.

A banda voltou a se reunir em 1991, com alguns antigos e novos integrantes, mas com Gary Brooker ainda a liderando, e continua se apresentando até hoje.

Em 2009, um juiz decidiu que Matthew Fisher tem direito a 40% dos royalties pela autoria de A Whiter Shade of Pale, os quais antes eram divididos igualmente entre Gary Brooker e Keith Reid. Em sua decisão, o juiz alegou que “a contribuição do organista é substancial, mas não é maior do que a do vocalista principal”.

Pra fechar, algumas curiosidades:

– o asteroide 14024 Procol Harum recebeu seu nome em homenagem à banda;

– existe uma orquídea com o nome do grupo;

– o segundo livro da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, O Restaurante no Fim do Universo, de Douglas Adams, foi inspirado na canção Grand Hotel.

Agora, vamos curtir alguns vídeos, ok?

A Whiter Shade of Pale

Homburg

A Salty Dog

Conquistador

Grand Hotel

Pandora´s Box