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Jack: O Caçador de Gigantes ganha pôsteres nacionais 04/02/2013

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Jack O Caçador de Gigantes-poster internacionalA Warner Bros. disponibilizou seis artes de pôsteres em português do filme Jack: O Caçador de Gigantes (Jack, the Giant Slayer). Em um deles, podemos conferir o personagem principal, Jack, do antigo conto infantil João e o Pé de Feijão, diante de uma rocha esculpida no formato da cabeça de um gigante. Nos demais cartazes, aparecem os cinco adversários de Jack.

O longa-metragem promete ser uma aventura de fantasia recheada de ação e efeitos especiais de ponta. Ele terá versões em 2D, 3D e IMAX. Bryan Singer (X-Men, X-Men 2 e Operação Valquíria) dirige a partir do roteiro de Christopher McQuarrie e Dan Studney, e história de Darren Lemke e David Dobkin.

No filme, uma guerra entre a humanidade e os gigantes se reinicia quando um jovem trabalhador do campo inconscientemente abre um portal entre o nosso mundo e o dos monstruosos seres. Soltos na Terra pela primeira vez em séculos, os gigantes tentam reconquistar seu território há muito perdido, forçando o jovem Jack (Nicholas Hoult) a entrar na batalha para impedi-los.

A produção conta com Eleanor Tomlinson no papel da Princesa Isabelle; Stanley Tucci (Capitão América – O Primeiro Vingador) como o desonesto lorde Roderick; Ian McShane (Deadwood) no papel do rei Brahmwell; Bill Nighy (Harry Potter e as Relíquias da Morte) como o general Fallon, o líder dos gigantes; e Ewan McGregor (O Impossível) fazendo o papel de Elmont, o guarda do palácio.

Jack: O Caçador de Gigantes tem estreia prevista para 29 de março de 2013. Clique nas imagens abaixo para ver os pôsteres maiores e confira o site oficial do filme: www.jackocacadordegigantes.com.br.

Jack em destaque

Jack - Character Art_Fai

Jack - Character Art_Fallon

Jack - Character Art_Fão

Jack - Character Art_FiJack - Character Art_Fou

Pôster nacional de Círculo de Fogo 31/01/2013

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Pôster internacional do filmeA Warner acaba de divulgar a arte em português do pôster do filme de ficção científica e aventura Círculo de Fogo (Pacific Rim), dirigido pelo consagrado Guillermo del Toro (Hellboy, O Labirinto do Fauno). O pôster apresenta um dos robôs gigantes criados para lutar contra os monstros que ameaçam nosso planeta.

A trama do longa-metragem basicamente mostra a Terra na mira de legiões de criaturas assustadoras, chamadas de kaiju (termo japonês para os monstros de filmes), que emergem dos mares e começam a detonar geral. Para combater as monstruosidades, são criados robôs colossais, nomeados Jaegers, controlados simultaneamente por dois pilotos cujas mentes estão ligadas por uma ponte neural. Porém, a humanidade pode não se safar mesmo com esse superarmamento. Restará a um ex-piloto – vivido pelo ator Charlie Hunnam -, aliado a uma novata (Rinko Kikuchi), pilotar um Jaeger tido como lendário, mas atualmente obsoleto, para sentar o braço no focinho dos bichos!

Então, espere por muita pancadaria no melhor estilo de produções como Spectreman, Ultraman, Robô Gigante e tantos outros que alegraram a infância de muita gente! Círculo de Fogo tem estreia prevista para 9 de agosto!

Confira a arte do pôster abaixo. E depois dê uma conferida no site oficial do filme: www.circulodefogo.com.br.

Deixa só eu entrar um pouco na água, pô!

Deixa só eu entrar um pouco na água, pô!

Sergio Bonelli, a despedida 26/09/2011

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Quando o dia começou hoje, não esperava ler notícia semelhante na internet: o editor Sergio Bonelli morreu.

Você pode se perguntar: e daí, quem é esse?

Bom, Sergio Bonelli foi um dos maiores editores da atualidade no mercado europeu, um empresário muito bem-sucedido, roteirista extremamente talentoso, um chefe respeitado e respeitador, e uma das pessoas mais apaixonadas pelos quadrinhos de que já se ouviu falar.

Meu primeiro contato com os trabalhos desse senhor de 79 anos foram os roteiros para as histórias do personagem Zagor (criado por ele em 1960, ao lado do desenhista Gallieno Ferri) e para uma das melhores histórias do herói Tex – idealizado por seu pai, Gian Luigi – que já li: El Muerto.

Podemos dizer que a culpa tenha sido do meu pai, que lia as revistas Bonelli, na época publicadas pela Editora Vecchi.

Quando paro pra pensar em todas as histórias escritas por Sergio Bonelli, sob o pseudônimo de Guido Nolitta, me lembro de aventuras emocionantes, roteirizadas como grandes filmes para o cinema.

Apaixonado pelo Brasil, criou o personagem Mister No, um veterano da Guerra da Coreia que decidiu se mudar para Manaus e trabalhar como piloto. As histórias de Mister No sempre mostravam coisas do meu país que eu desconhecia, além de apresentar coisas que eu já sabia e que evidenciavam a apurada pesquisa que Sergio fazia antes de escrever qualquer coisa (na verdade, uma marca registrada de toda a Sergio Bonelli Editore).

Para mim, ele representou uma ótima fase de minha infância e adolescência, sempre acompanhada de tramas repletas de vilões ameaçadores, duelos ao pôr do sol, mocinhos imbatíveis e justos, grandes brigas de saloon e cavalgadas pelas planícies, índios em pé de guerra, viagens pelo Amazonas, lealdade, heroísmo, sacrifício, amizade, honestidade, sinceridade…

Com a sua morte, é como se eu tivesse perdido um grande amigo, que me acompanhou em grande parte da minha vida… um nó se aperta em minha garganta e eu gostaria muito de ter podido algum dia dizer pessoalmente a ele: OBRIGADO, SERGIO! Você é sensacional!

Infelizmente, isso não foi possível, porém, posso guardar boas lembranças e “causos” desse senhor que se foi, mas que estará sempre nos corações de todos aqueles que amam a nona arte.

No site da Sergio Bonelli Editore é possível deixar mensagens de condolências e homenagear o Sergio. Clique aqui para ir até lá.

Capitão América: aventura pra assistir mais de uma vez 29/07/2011

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Se você costuma passar pelo cinema de vez em quando, ou acompanha a divulgação de novos filmes pela internet, tevê ou jornais, já deve saber que estreia hoje o filme Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: First Avenger), dirigido por Joe Johnston (O Lobisomem).

O longa-metragem é baseado no personagem das HQs que surgiu em 1941, no auge da propaganda antinazismo, criado pelo roteirista Joe Simon e o desenhista Jack Kirby, para a editora Timely Comics (a atual Marvel).

Steve Rogers, o jovem destinado a se tornar o heroico Capitão América, era um rapaz extremamente franzino e doente, motivo de chacota pros fortões. Mas o que lhe faltava em força e tamanho era compensado pelo seu coração disposto a fazer o possível para ajudar aqueles em necessidade. E é assim que ele acaba fazendo parte de um projeto ultrassecreto que o transforma num verdadeiro símbolo na luta contra a máquina de guerra de Adolf Hitler.

Essa é basicamente a premissa da origem do Capitão. Em meio a isso, surge o vilão Caveira Vermelha, que se torna um dos maiores adversários do herói ao longo das décadas. O roteiro do filme se apropria desses elementos para criar a sua própria versão da origem dos dois antagonistas, bem como acrescentar elementos novos que foram baseados em 70 anos de trajetória editorial do super-herói patriota.

Com aventura, humor e ação bem dosados, o diretor acerta em cheio na condução da trama, não deixando nunca a peteca cair. Claramente, ele foi muito beneficiado pelo elenco, que está primoroso. Chris Evan (Scott Pilgrim Contra o Mundo, Quarteto Fantástico), que deu algumas declarações aparentando ter muito medo da reação dos fãs quanto à sua escalação, pode dormir tranquilo, pois entregou uma interpretação que não compromete; aliás, não fica devendo pra ninguém do elenco.

Hugo Weaving surpreende ao dar vida a um Caveira Vermelha crível e completamente diabólico. Sem contar que ele parece estar curtindo muito ser o maior vilão a dar a cara nos cinemas nas produções hollywoodianas recentes.

Tommy Lee Jones faz o seu trabalho exemplar habitual, entregando o papel do coronel Chester Phillips em que dosa humor e seriedade sem se tornar caricato.

Sebastian Stan, que dá vida a Bucky Barnes, é o típico jovem estadunidense ansioso por combater os nazistas e aquele que fica com todas as garotas, enquanto seu amigo Steve se contenta em levar a vida sem maiores expectativas.

Stanley Tucci faz o que se espera dele: consegue trazer carisma e simpatia por um personagem que nunca foi tão explorado nos quadrinhos. No caso, o cientista Abraham Erskine.

Não posso deixar de citar Neal McDonough, que empresta seu talento para o militar Dum Dum Dugan, bastante conhecido dos fãs dos gibis da Marvel. Em alguns momentos, quando ele e a turma do Comando Selvagem surgem na telona, parece até que o diretor emprestou cenas de Bastardos Inglórios.

E o que dizer de Dominic Cooper e Toby Jones, que interpretam Howard Stark e Arnim Zola, respectivamente. Stark é o que se espera dele: canastrão, mulherengo, bon vivant e genial. Quanto a Zola, é o cientista que ajuda o Caveira nas empreitadas malucas dele. Se você já conhece o personagem dos quadrinhos, vai se divertir quando ele surgir pela primeira vez na tela.  

Bom, por fim, encerro falando de Hayley Atwell, a inglesinha bonita que faz o papel de Peggy Carter, a antiga paixão do Capitão. Dona de uma beleza clássica, além de tudo interpreta uma personagem audaciosa e determinada. Sua presença é muito marcante em todas as cenas em que aparece. Ah, sim, antes que eu me esqueça: Stan Lee faz a sua habitual ponta.

E pra quem tem receio de assistir ao filme por medo dele ser uma verdadeira aula de nacionalismo estadunidense, pode ficar sossegado, pois o diretor se afastou o máximo que conseguiu desse aspecto. Na verdade, ele apelou mais pra empatia que todos podem ter ao ver os dramas de Steve Rogers e a sua tenacidade em conquistar seus objetivos.

Como não poderia deixar de ser, é desnecessário dizer que não se pode sair da sala de projeção depois dos créditos, pois tem uma cena pra fazer uma ponte com a próxima superprodução do Marvel Studios,o filme dos Vingadores, que estreia no ano que vem. Apesar dessa necessidade em preparar o terreno pra superequipe, Capitão América tem um excelente roteiro e consegue entregar uma historia mais centrada em si, do que preocupada em mostrar outros personagens das produções futuras.

Capitão América: O Primeiro Vingador tem 124 minutos de duração e está sendo exibido nas versões dublada e legendada, e vem também em 3D. Mas, sinceramente, o 3D não faz muita diferença no todo. Porém, tenho de admitir que em pelo menos uma cena o tontão aqui tomou o maior susto com um dos ricochetes do escudo do Capitão. Curta o trailer logo abaixo e depois se prepare pra ver o longa no cinema!

X-Men: Primeira Classe – vale a pena assistir de novo 01/06/2011

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Segunda-feira, dia 30 de maio, fui à pré-estreia de X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class), e pude conferir o tão aguardado novo filme da franquia mutante.

Pra começar, o peso de Bryan Singer (X-Men, X-Men 2) como produtor e corroteirista se faz sentir em muitos momentos do longa, mas sem apagar o brilho próprio do diretor Matthew Vaughn (Kick-Ass, Stardust). Sinceramente, não vejo isso como um ponto negativo; na verdade, a soma das habilidades de ambos resultou num produto final muito bacana.

O elenco está sensacional, com especial destaque para os atores que dão vida a Banshee, Mística e Fera, respectivamente Caleb Landry Jones, Jennifer Lawrence e Nicholas Hoult. Como não poderia deixar de ser, os atores James McAvoy e Michael Fassbender entregam interpretações inspiradas de Charles Xavier e Magneto, repetindo o feito da dupla Patrick Stewart/Ian McKellen nos três filmes anteriores estrelados pelos mutantes da Marvel.

Mas se tem um ator que me surpreendeu foi Kevin Bacon, que, fazendo jus ao seu sobrenome, é maligno na medida certa – ou você acha que o bacon é seu amigo? -, dominando as cenas em que aparece. Ou seja, ele é o cara! Sua atuação como o maquiavélico Sebastian Shaw é tão boa ou melhor do que bacon!

Agora, se teve alguém que não impressionou muito foi a atriz January Jones, que faz o papel de Rainha Branca. Nos quadrinhos, ela é o símbolo máximo da luxúria e da voluptuosidade. Porém, em X-Men: Primeira Classe, ela parece mais uma ativista de alguma campanha pró-anorexia. Magrinha, viu…

Os figurinos estão sensacionais, remetendo à época em que se passa a história. E a costura que foi feita entre os fatos históricos e a saga dos mutantes no longa-metragem ficou fascinante e totamente crível.

Entre as coisas que todos esperavam ou não ver, estão a criação do Cérebro, o protótipo da Sala de Perigo, o Pássaro Negro…

Mas se teve algo que fez muita gente ficar bastante empolgado mesmo foram as participações especiais. Não vou falar aqui quais foram pra não estragar a alegria de quem ainda não viu. Porém, se você acompanhou todas as notícias que rolaram durante a produção do filme, deve saber de quem estou falando.

Ah, sim, e a cronologia? Bom, a menos que você seja um fã xiita, não vai ficar incomodado com os arranjos que foram feitos pra que alguns personagens aparecessem. E, na boa, não faz a menor diferença.

Enfim, se você precisa de algum motivo pra ir ao cinema e assistir ao novo X-Men, creio que posso dizer que é uma produção extremamente divertida, com drama e ação na medida certa. Só um detalhe: não teve nenhuma cena depois dos créditos. Que chato, hein, Fox?

Apesar disso, você nem vai reparar nesse detalhe bobo. O que vale mesmo é curtir as mais de duas horas de duração da película e esperar pela continuação – pois, assim que acaba o filme, você fica desesperado pra saber quando vem o próximo!

Não esqueça: X-Men: Primeira Classe estreia nesta sexta, 3 de junho! Pra não ficar chateado até lá, dê uma conferida no trailer logo abaixo.

Revirando o baú: Chingón arrepiando com Malagueña Salerosa 23/05/2011

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Sabe quando você descobre uma apresentação bacana de uma banda na internet e depois não consegue mais deixar de ouvir a música?

Acrescente a isso o fato de que encontrou uma música que é de um filme que você curte muito. Daí, vira algo impossível de largar.

Bom, sem me alongar mais, nesse final de semana eu encontrei no Youtube um vídeo de uma apresentação da banda Chingón executando a música Malagueña Salerosa , durante a premiére de Kill Bill 2.

Pra quem não sabe, a Chingón conta com o diretor Robert Rodriguez como guitarrista. A música em questão já devia ter aparecido em A Balada do Pistoleiro, de 1995. Mas foi na sequência, Era Uma Vez no México, de 2003, que os fãs do cineasta puderam ouvir uma parte da canção,dedilhada no violão por Antonio Banderas.

No entanto, a totalidade da música só pôde ser apreciada em Kill Bill 2, do cineasta Quentin Tarantino. 

Nem preciso dizer que fiquei totalmente admirado com o talento musical de Robert Rodriguez. Mas a banda que o acompanha é mais do que fenomenal, com especial destaque para o vocalista Alex Ruiz.

Detalhe: quando o grupo não se apresenta com Rodriguez, recebem o nome de Del Castillo. O estilo da Chingón é uma mistura de ranchera, mariachi e rock.

Agora, acompanhe a apresentação ao vivo da banda. Sabe a parte chata? Ela fazia parte do DVD gringo de Kill Bill. Me pergunto por que a distribuidora nacional não o incluiu na versão que lançaram por aqui. Depois se perguntam por que o pessoal prefere importar ou baixar?

Sem mais, o vídeo!

Kiss detona em comercial sueco 20/04/2011

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Que Gene Simmons e sua trupe são um dos grupos rockeiros mais marketeiros de todos os tempos, ninguém tem dúvida (e não estou questionando se isso é legal ou não). Mas num comercial exibido na Suécia que descobri faz pouco tempo, todo esse marketing deles se mostrou um grande barato.

Criado pra promover a loteria local, a peça publicitária tem uma premissa muito legal.

Divirta-se!

Thor: novas imagens do filme divulgadas 16/03/2011

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Caíram na rede novas imagens da superprodução Thor, do Marvel Studios. Elas parecem ter sido escaneadas de alguma revista. Então, a qualidade não parece ser muito boa.

Clique nas imagens pra poder ver num formato um pouco maior.

Thor estreia no Brasil em 29 de abril. O filme é dirigido por Kenneth Branagh e é estrelado por Chris Hemsworth (Thor), Anthony Hopkins (Odin), Natalie Portman (Jane Foster), Rene Russo (Frigga), Tom Hiddleston (Loki), Jaimie Alexander (Lady Sif), Ray Stevenson (Volstagg), entre outros.

Trailer de Legend of the Fist: artes marciais de responsa 16/03/2011

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Fãs de filmes de pancadaria com excelentes coreografias já podem rejubilar, pois em breve chega aos cinemas mais uma obra do estilo preferido de longa-metragem de 11 em cada 10 caras.

Legend of the Fist – The Return of Chen Zhen mostra o histórico personagem chinês que volta da Primeira Guerra Mundial e se depara com seu país sendo assolado pelas forças japonesas. Como um verdadeiro super-herói, ele decide, então, criar uma persona secreta de vigilante e parte pra porrada contra os invasores (no começo do filme, sobram sopapos até pros alemães). Chegou a me lembrar de um filme do Jet Li, Máscara Negra, bem como do Kato, vivido por Bruce Lee no seriado do Besouro Verde.

Vale lembrar que o personagem Chen Zhen já foi retratado algumas outras vezes, sendo as mais lembradas em Fist of Fury (A Fúria do Dragão), em que o herói foi interpretado pelo astro Bruce Lee, em 1972, e em Fist of Legend (Lutar ou Morrer), por Jet Li, em 1994.

O longa é dirigido por Andrew Lau, responsável por Infernal Affairs (que foi refilmado como Os Infiltrados, por Martin Scorcese) e deve pintar na tela grande por volta de 22 de abril. O ator Donnie Yen cuidou de todas as cenas de luta, bem como de dar vida ao lendário Chen Zhen.

Resta esperar pra que alguma distribuidora se interesse em trazer a produção pra cá, mas aí já estou sendo otimista demais, né?

Então, curta o trailer e depois diga o que achou!

SPOILERS: DC revela capa e páginas de Brightest Day 22 16/03/2011

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Faltando pouquíssimas edições para a sua conclusão, a maxissérie Brightest Day recebeu destaque hoje no blog da DC. A edição 22 teve suas capas e algumas páginas divulgadas.

A partir daqui, rolam alguns spoilers. Então, se quiser, pare por aqui e siga pra outro post.

Com o título The End and The Beginning, que pode ser traduzido literalmente como O Fim e o Início, a edição parece que focará principalmente na batalha de Nuclear (formado por Ronnie Raymond e Jason Rusch) contra Deathstorm (sua contraparte maligna formada pelo prof. Stein e o pai de Jason, além da matriz versão lanterna negro) e o Antimonitor, que capturou a bateria energética branca e espera tirar dela poder o bastante para conquistar todo o universo.

Escrita por Geoff Johns e Peter Tomasi, e com arte de Scott Clark, Ivan Reis e Joe Prado, Brightest Day 22 chegou hoje às comic shops. No Brasil, a minissérie começou a ser publicada este mês pela Panini com o título de O Dia Mais Claro. A edição zero acabou de chegar às bancas. Acredito que se você for rápido ainda encontre algum exemplar.

Confira algumas páginas da edição:

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